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26 janeiro 2009

Palavra do Pastor

 
 
MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 43º DIA MUNDIAL
DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS 

"Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade. " 
24 de Maio de 2009



Amados irmãos e irmãs,

Aproximando-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais, é com alegria que me dirijo a vós para expor-vos algumas minhas reflexões sobre o tema escolhido para este ano: Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade.

Com efeito, as novas tecnologias digitais estão a provocar mudanças fundamentais nos modelos de comunicação e nas relações humanas.

  Estas mudanças são particularmente evidentes entre os jovens que cresceram em estreito contacto com estas novas técnicas de comunicação e, consequentemente, sentem-se à vontade num mundo digital que entretanto para nós, adultos que tivemos de aprender a compreender e apreciar as oportunidades por ele oferecidas à comunicação, muitas vezes parece estranho.

Por isso, na mensagem deste ano, o meu pensamento dirige-se de modo particular a quem faz parte da chamada geração digital : com eles quero partilhar algumas ideias sobre o potencial extraordinário das novas tecnologias, quando usadas para favorecerem a compreensão ea solidariedade humana. 

Estas tecnologias são um verdadeiro dom para a humanidade: por isso devemos fazer com que as vantagens que oferecem sejam postas ao serviço de todos os seres humanos e de todas as comunidades, sobretudo de quem está necessitado e é vulnerável.

Para ler toda mensagem clique AQUI

10 dezembro 2008

Castidade... (Blog do Dunga - CN)


Castidade

O sexo tem um sentido muito profundo; é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Toda vez que o sexo é usado antes ou fora do casamento, de qualquer forma que seja, peca-se contra a castidade. A castidade é uma virtude moral.

É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual (Cf. Gl 5,22-23). O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo. (Cat. §2345)

A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade do homem em seu ser corporal… Para se viver uma vida casta é necessário uma aprendizagem do domínio de si; ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.

Para se viver segundo a castidade é preciso resistir às tentações através dos meios que a Igreja nos ensina: fugir das tentações, obedecer os mandamentos, viver uma vida sacramental, especialmente freqüentando sempre a Confissão e a Comunhão, e viver uma vida de oração.

Muito nos ajuda nisto a reza do santo Rosário de Nossa Senhora e a devoção e auxílio dos santos. (cf. Cat. §2340) Sobre o matrimônio, Bento 16 pediu castidade “dentro e fora” do casamento. “Deus vos chama a respeitar-vos também no namoro e no noivado, pois a vida conjugal que, por disposição divina, está destinada aos casados é somente fonte de felicidade e paz na medida em que souberdes fazer da castidade, dentro e fora do matrimônio, um baluarte (símbolo) das vossas esperanças futuras”, disse o pontífice.

Continuar lendo no Blog do Dunga - Canção Nova

20 novembro 2008

A via Iluminativa por Dom AlbertoTaveira

     Olá!
Segue a primeira parte de uma palestra que foi dada pelo nosso querido Bispo Dom Alberto Taveira. Ele vem nos falar de purificação, chamado, caminhada, e de resposta concretas ao primeiro amor. Amor gratuito de doação, amor que emana dos corações que servem com alegria e que no serviço ao proximo fica mas perto do amor maior Jesus Cristo.

Possamos meditar nestas palavras tão cheias de sabedoria e amor!
Aproveitem e não deixem de comentar.                                                          




A Via Iluminativa


Quando você compreende a essência do cristianismo e começa a entender que tudo é vaidade você coloca Deus em primeiro lugar e começa a ginástica espiritual que se chama purificação ativa dos sentidos, Deus nos coloca em determinadas circunstâncias em que nós devemos purificar a nós mesmos e todos nós somos chamados e levados a procurar este prazer, alegria sensível, Deus com a chama de amor que põe dentro do nosso coração dá a possibilidade de mortificar a nossa sensibilidade, só que no início, se estamos no apostolado, essa mortificação não será procurada como mortificação em si, mas ocasionada pelas circunstâncias, sugerida pelo amor as outras pessoas, embora seja muito importante em todas as etapas da vida espiritual, o amor ao próximo nos leva a ajudar os outros, a suportar, a cuidar dele, implica sempre uma mortificação de nós mesmos, não quer dizer que custa sempre.


Quando a gente começa a caminhada na vida espiritual nada nos custa, você está pronto a tudo, se tem uma tarefa pra fazer o dia todo e virar a noite você faz, se a mortificação não é percebida como tal não significa que não falta ou não tem merecimento, ao contrário quanto mais existe amor, mais ela é meritória ainda que menos sentida, o reto caminho de seguir a Deus é realmente feito de mortificação e penitência, mas penitência que deriva da nossa doação e do amor ao próximo, é importante viver intensamente o presente para concentrar toda vontade naquilo que você está fazendo.


Esta fase de purificação ativa dos sentidos é muito interessante e o que caracteriza é a firme decisão de amar a Deus sobre todas as coisas e de amar o próximo, com toda mente, com toda força, se alguém agir desta forma durante o dia inteiro quando se recolhe a sós com Jesus no final do dia experimentará facilmente a intimidade com Ele, quem viveu assim, esteve com Jesus o dia inteiro vai experimentar quando termina seu dia uma grande alegria de estar com Jesus, experimenta o gozo de estar com Ele, experimenta o gosto da comunhão com Ele. Nesta fase em geral não surgem provações especiais. É como alguém quando começa a namorar, pode andar quilômetros para ir à casa da namorada, ele acha que não custa nada, Deus faz assim com nossa alma, o primeiro momento a gente não vê problema nenhum, depois que Ele já laçou você no coração aí começa a mostrar os problemas que estão em nós. O que caracteriza esta fase é muito entusiasmo e alegria, aparecem pequenas provações, a vida passada parece que foi ultrapassada e esquecida, as tentações você nem se lembra delas, tem impressão que está em paz estável, é o período inicial.


Baseado em uma palestra de D. Alberto Taveira Coréia em Palmas, 06 de junho de 2005


Postado por Mª Auxiliadora Nicolau