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18 fevereiro 2009
Temperamento!
Olá!!!
Vamos dar inicio a nossa formação sobre os temperamentos, espero que seja proveitoso para o nosso autoconhecimento...
Vou começar fazendo um breve comentário sobre o que é temperamento, caráter e personalidade. Espero que vocês gostem e não esqueçam de deixar o seu coméntario
TEMPERAMENTO: O temperamento é combinação de características congênitas que subconscientemente afetam o procedimento do individuo. Essas características têm base na genética, na nacionalidade como também na raça, sexo e outros fatores hereditários. A formação das características do temperamento é tão imprevisível quanto à cor dos olhos, dos cabelos ou a dimensão do corpo.
CARÁTER: É o verdadeiro eu. A Bíblia se refere a ele como “essência secreta do coração”. É o resultado do temperamento natural retocado pela disciplina e educação recebidas na infância. Podendo ser denominado como a alma do homem, que é composta de cérebro, emoção e vontade.
PERSONALIDADE: É o semblante externo de nós mesmos, que pode ser ou não igual ao nosso caráter, dependendo de quão autêntico sejamos. Frequentemente a personalidade é uma fachada agradável. Muitas pessoas hoje representam um papel baseados na situação do meio em que vivem, não sendo elas mesmas, mas sendo o que o meio pede que elas sejam. Podemos dizer que a personalidade esta sempre mudando de acordo com o meio em que estamos inseridos.
Num breve resumo podemos dizer que o temperamento é a combinação de características com as quais nascemos, portanto as características do temperamento sendo controladas ou não duram por toda a vida. O caráter é o nosso temperamento civilizado e a personalidade é o rosto que mostramos ao próximo. O importante é buscarmos nos encontrar verdadeiramente e nos firmarmos no que somos, pedindo ao Espírito Santo que nos ajude e controle o nosso temperamento, pois só assim seremos não só aceitos pela sociedade, mais por nós mesmos.
Nenhum temperamento é absoluto e irreversível, ele pode ser modificado quando nos dispomos a mudar e sem sobra de dúvida o melhor meio de mudança é através da graça do Espírito Santo. A palavra de Deus deixa bem claro para nós essa verdade quando nos diz na Segunda carta de São Paulo aos Coríntios 5,7 “Assim se alguém está em Cristo, ele é uma nova criatura: passou o que era antigo e apareceu o que é novo”. Uma vez que o temperamento é a nossa “natureza antiga”, o que o homem necessita é de uma “natureza nova” e essa natureza nova só a encontramos quando entregamos as nossas vidas nas mãos de Jesus Cristo, pela a ação do Espírito Santo que tudo faz novo.
Postado por : Mª Auxiliadora Nicolau
16 fevereiro 2009
Aviso
Olá!
Hoje quando você foi dar uma olhadinha nas nossas matérias aposto que ficou um pouco triste, pois é não tinha muita coisa nova como, por exemplo, a matéria do dia... Você sabe hoje é quinta-feira, é dia de formação no nosso blog.
Mas não preocupe hoje não tinha nenhuma postagem porque estou me preparando para partilhar com vocês um pouco dos temperamentos. Então apartir da próxima semana vou está postando explicações sobre todos os temperamentos. Espero que vocês gostem e deixem seus comentários. Um forte abraço!
Hoje quando você foi dar uma olhadinha nas nossas matérias aposto que ficou um pouco triste, pois é não tinha muita coisa nova como, por exemplo, a matéria do dia... Você sabe hoje é quinta-feira, é dia de formação no nosso blog.
Mas não preocupe hoje não tinha nenhuma postagem porque estou me preparando para partilhar com vocês um pouco dos temperamentos. Então apartir da próxima semana vou está postando explicações sobre todos os temperamentos. Espero que vocês gostem e deixem seus comentários. Um forte abraço!
Mª Auxiliadora Nicolau da Silva
06 fevereiro 2009
O Valor do Sofrimento!
Bendito seja o sofrimento!
Talvez quando você ler essa frase você possa pensar “Como me bem dizer pelo sofrimento? Como posso agradecer a Deus pela dor que sinto ou mesmo pela situação complicada que estou passando e até mesmo agradecer por toda a tribulação que passei?”
Posso te responder dizendo o seguinte. Quantas vezes na vida da gente passamos por situações que parecem que vão nos destruir e que às vezes nos levam a questionar a vida e também a Deus, entretanto devemos perceber que em muitas vezes, senão em todas, são essas situações que nos levam para mais perto de Deus e nos levam de uma forma tão completa que nos sentimos acolhidos em suas mãos, protegidos por Ele. É semelhante a uma sensação de intimidade com o Deus,de amigos mesmo, quando deixamos o Senhor sofrer conosco. Se enxergarmos assim o sofrimento, aprenderemos a agradecer a Deus pelo o sofrimento que ele nos permite viver.
É importante dizer também que o sofrimento tem que ser direcionado para um fim. Mas como direcionar o sofrimento? Se a gente em vez de se utilizar dele para a santificação ficamos pedimos a Deus que o tire de nós. Se tivéssemos a consciência que Jesus teve na noite da sua agonia, de deixar tudo sobre o controle da vontade de Deus, o sofrimento seria diferente, pois teríamos a visão plena da vontade de Deus e entenderíamos o para que do sofrimento e não o porquê do mesmo. Se tivéssemos a consciência de que somos pecadores e que muitas vezes precisamos sofrer para reconhecer que somos necessitados da graça de Deus, com certeza agradeceríamos pelo sofrimento, por causa do ser caráter humanizador.
Devemos meus irmãos querer aprender com o sofrimento, ter dele uma visão mais positiva e perceber o quanto somos humanizados por ele. Notarmos o quanto ele nos deixa mais sensível as outras pessoas e a Deus. Portanto, peçamos ao Senhor que Ele nos ajude a saber sofrer na sua presença e que o sofrimento nos leve para mais perto Dele, conduzidos na sua vontade de amor. Se o sofrimento apenas fosse ruim, com certeza Deus não permitiria que ele viesse, não se deixe enganar com essas falsas promessas de “pare de sofrer”, pois o sofrimento nunca acabará, o que temos que fazer e trocá-lo pelo fardo do Senhor que é suave e leve.
Se coloque nas mãos de Deus com confiança e não se esqueça de pedir a intercessão daquela que muito sofreu, mas que nunca deixou de acreditar nas promessas de Deus. Peça a Maria que lhe ensine a sofrer, peça como ela que teve a confiança de que tudo estava na vontade de Deus.
Que no nosso coração esteja sempre a certeza de que depois do sofrimento da morte há sempre a ressurreição!
Talvez quando você ler essa frase você possa pensar “Como me bem dizer pelo sofrimento? Como posso agradecer a Deus pela dor que sinto ou mesmo pela situação complicada que estou passando e até mesmo agradecer por toda a tribulação que passei?”
Posso te responder dizendo o seguinte. Quantas vezes na vida da gente passamos por situações que parecem que vão nos destruir e que às vezes nos levam a questionar a vida e também a Deus, entretanto devemos perceber que em muitas vezes, senão em todas, são essas situações que nos levam para mais perto de Deus e nos levam de uma forma tão completa que nos sentimos acolhidos em suas mãos, protegidos por Ele. É semelhante a uma sensação de intimidade com o Deus,de amigos mesmo, quando deixamos o Senhor sofrer conosco. Se enxergarmos assim o sofrimento, aprenderemos a agradecer a Deus pelo o sofrimento que ele nos permite viver.
É importante dizer também que o sofrimento tem que ser direcionado para um fim. Mas como direcionar o sofrimento? Se a gente em vez de se utilizar dele para a santificação ficamos pedimos a Deus que o tire de nós. Se tivéssemos a consciência que Jesus teve na noite da sua agonia, de deixar tudo sobre o controle da vontade de Deus, o sofrimento seria diferente, pois teríamos a visão plena da vontade de Deus e entenderíamos o para que do sofrimento e não o porquê do mesmo. Se tivéssemos a consciência de que somos pecadores e que muitas vezes precisamos sofrer para reconhecer que somos necessitados da graça de Deus, com certeza agradeceríamos pelo sofrimento, por causa do ser caráter humanizador.
Devemos meus irmãos querer aprender com o sofrimento, ter dele uma visão mais positiva e perceber o quanto somos humanizados por ele. Notarmos o quanto ele nos deixa mais sensível as outras pessoas e a Deus. Portanto, peçamos ao Senhor que Ele nos ajude a saber sofrer na sua presença e que o sofrimento nos leve para mais perto Dele, conduzidos na sua vontade de amor. Se o sofrimento apenas fosse ruim, com certeza Deus não permitiria que ele viesse, não se deixe enganar com essas falsas promessas de “pare de sofrer”, pois o sofrimento nunca acabará, o que temos que fazer e trocá-lo pelo fardo do Senhor que é suave e leve.
Se coloque nas mãos de Deus com confiança e não se esqueça de pedir a intercessão daquela que muito sofreu, mas que nunca deixou de acreditar nas promessas de Deus. Peça a Maria que lhe ensine a sofrer, peça como ela que teve a confiança de que tudo estava na vontade de Deus.
Que no nosso coração esteja sempre a certeza de que depois do sofrimento da morte há sempre a ressurreição!
Postado por Mª Auxiliadora Nicolau da Silva
29 janeiro 2009
Nunca desista!!!
Quando chega o desânimo, as noites escuras o que fazer?
A aridez espiritual ajuda na conquista da humildade, nos faz entender que em tudo dependemos d'Ele
A vida espiritual também é permeada por securas, tempo de aridez, falta de gosto, solidão, desânimo...
Nestes períodos, somos privados das consolações sensíveis e espirituais. Isso, mesmo que a gente não entenda, favorece nosso crescimento na vida de oração e na prática das virtudes.
Apesar de muitos esforços, de disciplina na vida espiritual a pessoa não sente gosto na oração; ao contrário, experimenta-se nela o cansaço, o desânimo, a ausência da presença de Deus, como se Ele tivesse se esquecido de nós e o tempo parece que não tem fim.
Poderíamos dizer que a fé e a esperança estão adormecidas. A alma parece envolta numa espécie de torpor. É um tempo penoso, não se experimenta a alegria.
Mas, também neste tempo Deus trabalha em nós. Jesus mesmo disse que "o seu Pai continua trabalhando". Deus trabalha sempre a nosso favor e como já dizia o apóstolo Paulo: "todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus".
Este tempo de seca nos ajuda a desprender de tudo o que não proclama o senhorio de Jesus em nossas vidas, nos ensina e nos educa a buscar a Deus, por aquilo que Ele é e não por aquilo que Ele pode nos oferecer.
Ajuda-nos a viver o abandono em Deus e a n'Ele nos perder. Elizabete da Trindade, grande mística carmelita, dizia: "É preciso deixar tudo para abraçar aquele que é Tudo".
A aridez espiritual ajuda na conquista da humildade, nos faz entender que tudo vem de Deus e em tudo dependemos d'Ele. O amor de Deus para conosco é puramente gratuidade.
Este tempo penoso nos faz compreender que Ele é o Senhor dos dons e os distribui segundo a maneira que lhe apraz. Não somos nós que devemos ditar as ordens para Deus, Ele é o Senhor, Ele é Deus, Ele é livre e nós somos os seus servos. Assim Deus nos purifica. Sofre-se muito, mas este é um sofrimento redentor.
Aprendemos a servir a Deus sem gosto para fazê-lo. Aprendemos a buscá-lo em todos os momentos. Aprendemos que nossos olhos devem estar fixos n'Ele.
Assim, Deus robustece a nossa fé, nos impele a não desistir na busca da prática do bem e ensina-nos o caminho da constância como ocorreu com Santa Teresa, que durante anos teve dúvidas da presença de Jesus na Eucaristia, e nem por isso deixou de fazer a adoração eucarística. É por meio desse exercício que se fortifica a virtude e a fé.
(Monsenhor Jonas Abib)
Fonte: www.cancaonova.com.br/formação
Postado por Mª Auxiliadora
A importância da oração pessoal
Oração Pessoal.
Oração Pessoal é um termo muito falado na RCC, dada a sua importância na vida do cristão, na vida daquele que deseja ter uma vida plena no Espírito Santo. Mais do que um dever cristão, é uma necessidade humana. Trata-se de um momento de intimidade com Deus, um diálogo entre criatura e criador, entre o filho e seu Pai Celeste que é inteiramente Amor. Significa, pois, uma troca de amor entre o ser humano e Deus.Assim, o orante se apresenta diariamente ao Senhor porque tem a necessidade de encontrar-se com Aquele que ama e por quem é amado, precisa de um momento a sós com Aquele que é bom, que tudo sabe, que tudo pode, com Aquele que é pura Misericórdia, que compreende o que ninguém, por melhor que seja, compreenderá. Precisamos avaliar e aprimorar o nosso relacionamento com o nosso Deus.
Não se trata da simples devoção de fazer orações, mas é um crescimento contínuo de intimidade com Deus, um desafio de irmos sempre mais “além do deserto”. Em sua Carta aos Colossenses, São Paulo diz que ora por nós para que Deus nos conceda perfeita sabedoria e penetração espiritual (Col. 1, 9). Como penetrar na glória de Deus? Como escutar o coração de Deus? Não existe outro meio senão a Oração Pessoal. Este momento de oração a sós com o Senhor significa abrir-se ao louvor sincero que brota do coração; é voltar o coração para Ele e prostrar-se diante de Sua Majestade em perfeita adoração; é rasgar o coração em Sua presença apresentando ao Deus Misericordioso nossas fraquezas, insatisfações, dores, chagas, necessidades, súplicas; é escutarmos Sua voz que está sempre a nos falar; é nos deixarmos inundar pelo Espírito Santo.
Oração Pessoal implica em espontaneidade; colocar-se na presença do Senhor de coração aberto, partilhar a vida, falar das próprias coisas para Deus e escutar porque Ele também quer falar de Suas coisas para nós. Sempre me recordo daquela belíssima passagem bíblica de Jeremias 33, 2-3: “Invoca-me e te responderei, revelando-te grandes coisas misteriosas que ignoras.” Deus quer dar direção às nossas vidas, quer nos dizer o que fazer, o que não fazer, o que mudar, para onde ir, para onde não ir, como servir, etc. Precisamos andar conforme a revelação e a condução de Deus. Não podemos andar “batendo a cabeça” pelas paredes da vida, precisamos ter uma direção e só Deus pode mostrá-la. O Senhor quer nos orientar em nossa vida pessoal, social, eclesial, familiar, profissional, etc. Quer dizer como devemos exercer nossos Ministérios. Afinal de contas, não basta servir a Deus; é preciso servi-lo de acordo com a Sua vontade e com o Seu plano. Não se pode conceber alguém que esteja à frente da batalha, servindo ao Senhor nos Grupos de Oração, nas Pastorais e na Evangelização, que não tenha intimidade com Aquele que envia. No Evangelho de São João, Jesus nos diz que só ouve a voz do Pastor aquelas ovelhas que a conhecem. Este conhecer a voz de Jesus, o Pastor, somente se dá através do exercício chamado Oração Pessoal. É possível que muitos de nós estejamos nos confundindo com outras vozes que não a de Jesus, porque nossos ouvidos não estão treinados, nem apurados pelo exercício da Oração Pessoal.
Nada substitui a Oração Pessoal: nenhum Terço, nenhuma Novena, nenhuma Via Sacra, nenhum CD de música católica por melhor que seja a letra da música, nenhum serviço pastoral. Falando nisso, se o serviço na Igreja tem me impedido de ter um tempo de oração pessoal com Deus, algo está errado!!! Tudo isso é muito importante, porém não configura oração pessoal, que tem como pontos cruciais a espontaneidade e a direção dada pelo Espírito Santo, ou seja, a cada dia minha Oração Pessoal será diferente, porque é o Espírito que a conduzirá e Ele é criativo. O Terço, a Novena, a música, a Via Sacra podem até favorecer o clima para a Oração Pessoal; entretanto, não podem substituí-la.
Pelo menos três pontos precisam ser observados por quem quer entrar neste novo patamar de intimidade com Deus. O primeiro é ter um tempo reservado para a Oração Pessoal. Em verdade, temos tempo para tudo o que queremos, porém nem sempre o temos para ter um encontro com Aquele que nos deu a vida. Neste tempo reservado nada pode interferir: nem telefone; nem a novela; nem a partida de futebol na televisão; nem a conversa com os filhos, marido ou esposa; nem os vizinhos; nem os afazeres do dia a dia. Reservado este tempo, precisamos atentar ao segundo ponto que é a fidelidade a este horário. Em verdade, quando marcamos um encontro com alguém em determinado lugar, esta pessoa fica nos aguardando e é deselegante chegar atrasado ou nem chegar. Precisamos, pois, ter disciplina para estarmos sempre no lugar marcado com a Santíssima Trindade, nosso Deus querido; Ele com certeza estará lá no horário combinado. O terceiro ponto importantíssimo é a questão da perseverança. A perseverança é uma virtude pouco encontrada no ser humano. No entanto, é por ela que se alcança as maiores graças. Não podemos deixar de conversar com o Senhor nenhum dia sequer.
Oração Pessoal não pode ser encarada como um fardo, uma obrigação, o cumprimento de um protocolo; ao contrário, é o momento do refrigério, do abraço do Pai, da troca de amor com o Senhor, de entrar no coração de Deus.
Exercício espiritual:
Reflita sobre como vai a sua vida de oração pessoal. Se você ainda não faz oração pessoal, escolha um horário, combine com o Senhor este encontro diário e peça ao Espírito Santo que lhe torne fiel e perseverante a ele.
E lembre-se o Senhor é sempre misericordia, mesmo que você em algumas vezes não conseguir, não perca tempo e volte, pois o Senhor estrá de braços aberto para junto com você recomeçar!
Jesus te ama!!!
Fonte: rccrj.org.br
*** Não esqueça de deixar o seu comentario, ele nos ajuda muito!!!
Postado por Mª Auxiliadora
12 dezembro 2008
Pecado... (Blog Missão Brasília)
“Filho, pecaste? Não o faças mais.
Mas ora pelas tuas faltas passadas, para que te sejam perdoadas.
Foge do pecado com se foge de uma serpente,
porque, se dela te aproximares, ela te morderá.”
(Eclo. 21,1-2)
Resistir ao pecado é difícil, mas é necessário para se viver em total comunhão com Deus. Da mesma forma que se comete falhas, deve-se reconhecer o erro e sentir o desejo de buscar o perdão, de mergulhar na imensidão da misericórdia de Deus.
É preciso fugir às ocasiões do pecado, vencer sempre as tentações por mais que seja difícil. Se o pecado deixa marcas em nossa alma devemos então cortá-lo pela raiz para que não sejamos sufocados por ele, se nos deixamos envolver por nossas falhas cada vez mais nos afastaremos da graça de Deus, começaremos a colocar barreiras para não ir ao encontro do Senhor.
O que podemos fazer para vencer as tentações, para renunciar o pecado é viver em constante oração, pedindo sem cessar a presença do Espírito Santo.
Continuar lendo do Blog Missão Brasília
11 dezembro 2008
A Via Purgativa por Dom Alberto Taveira
Olá!
Segue agora a ultima parte da formação de Dom Alberto Taveira.
Nesta ultima parte Dom Alberto vem nos falar de uma coisa muito importante, que é a maturidade espiritual e as suas etapas. Como é importante a cruz, como é importante o deserto espiritual neles vemos o quanto estamos maduros. Nos mostra ainda que a paixão tem que acabar e o que tem que ficar é o amor, amor pela missa, amor pelos os irmãos, o amor pela vocação e pela missão a nós confiada, e acima de tudo o amor por Jesus e pelo seu projeto de salvação.
Irmãos que possamos nos abrir a maturidade espiritual, deixar de viver de sentimentos e acreditar que mesmo sem o entusiasmo do primeiro encontro, Deus ainda nos chama e esta ao nosso lado nos capacitando e nos ungindo, a única coisa que não devemos perder é a simplicidade de reconhecer de que nada somos sem a graça de Deus.
Não se esqueçam de ler e de deixar o seu comentário ele nos é muito importante!
A Via Purgativa
Depois do período de iluminação, as graças sensíveis serão menos sentidas, Deus começa a tirá-las. Ele não tira só as graças, mas nos convida a uma doação mais profunda, os atrativos interiores que antes envolviam a nossa sensibilidade não conseguem suscitar aquela doação cheia de entusiasmo, aquela música que você achava a mais linda não meche mais com você, a adoração não empolgar mais tanto quanto antes.
Conhece a história de são Geraldo? Ele era sacristão e passava na frente do sacrário e se ajoelhava, passava, voltava e fazia o mesmo, tinha aprendido assim; aí, ouviu uma palavra de Jesus que dizia: "Geraldo que 'negócio' é esse, você já fez quando chegou, depois vai fazer quando for embora, toda hora faz genuflexão, deixa de ser bobo, Geraldo." Ele olhou para Jesus e disse: "bobo é o Senhor que fica fechado nessa caixinha o dia todo" (veja a simplicidade dele para conversar com Jesus).
Mas o que está acontecendo neste período? Deus, no fundo está dizendo: "quero ver se você me escolheu mesmo ou é só empolgamento". Ele tira as graças sensíveis e tem gente que numa hora dessas acha que não tem mais vocação, porque não está sentindo do mesmo jeito que sentia antes, não tem mais aquele empolgamento. Deus está começando a tirar só a poeira. Depois vêm as coisas mais sérias.
Jesus crucificado começa a ser mais compreendido. Podem-se encontrar forças para vencer essas primeiras dificuldades. Deus quer purificar mais profundamente a alma, por isso, nesta fase podem surgir provações, tormentos, escrúpulos em relação à vida passada, tentações nos pensamentos de tal maneira que você não sabe distinguir se são tentações ou pecados, se é consentir ou sentir. Sentir não é pecado. O escrupuloso não tem a confiança clara na graça de Deus. Podem aparecer dúvidas de fé, sobretudo, quem é muito racionalista tem que perder esse racionalismo.
Essas provações, em geral, são defeitos ligados à vida passada, maus hábitos que se formaram e Deus fazem com que eles apareçam outra vez para que sejam iluminados. No fundo Ele está dizendo: "vou mostrar quem você é para você crescer!". Não se trata de uma grande purificação, é uma raspagem da primeira capa de "gordura" que se acumulou, mas a gente passa momentos dolorosos, mesmos porque são as primeiras e reais dores espirituais que encontramos e também porque inexperientes e com uma unidade com Deus pouco desenvolvida, nasce na alma uma grande confusão, tem-se a impressão de ter regredido, aí se diz: "antes eu era melhor, agora que eu comecei no caminho de vida espiritual parece que sou pior que antes". Então, você passa por dores e essas dores são explicadas pela luz que o Senhor envia a alma fazendo ver a si mesmo de maneira diferente, mas essas provações não são mais que a presença de Deus na alma, é Deus que começa a trabalhar e penetrar profundamente em nosso ser.
Tem algo que você precisa entender mais: você não está aqui só porque disse "eu quero"; houve uma graça de Deus que olhou para cada um diretamente, cada um com sua história, Ele pensou em entrar diretamente na sua vida, Deus tem alguma coisa a ver com você, é alguém que se relaciona com você, e só Ele é capaz de se relacionar conosco sem violentar a nossa liberdade, não desrespeita a nossa liberdade, nem pode.
Neste período inicial há dois perigos, alguém pode dizer: "antes eu vivia bem, agora que comecei a amar a Deus de todo meu coração vem esses tormentos, isso quer dizer que essa vida é impossível, que eu dei um passo errado, que era melhor antes"; é o perigo do desânimo que pode se apossar de nós, estes e outros motivos põem facilmente a alma no estado de cair em pecado por causa da carência de força e vitalidade espiritual. Quando a alma está esgotada e exausta, então, o demônio pode fazê-la cair.
O outro perigo é o oposto ao desânimo, é deixar de lado o problema e não querer enfrentá-lo, a pessoa não toma sua Cruz e desperdiça o seu sofrimento, torna-se uma pessoa tolerante, relaxada, oposta ao escrúpulo, ela vê tudo muito simples não porque tenha vivido bem a purificação, mas porque não teve coragem de aceitá-la e encará-la, esta alma não pratica o mal, porém ficará superficial. Tem gente que se entrega a Deus e fica assim, sem unção, porque não deixou Deus cavar na sua alma o processo de purificação.
A única maneira de reconhecer a Cruz de Cristo é no momento presente, amar e doar-se aos outros. O amor ao próximo nos leva além do que a nossa alma experimenta, fazendo-nos encontrar no contato com o irmão o próprio Deus. O amor ao próximo e a comunhão com os irmãos é o caminho para superar as provações, Deus nos envia justamente porque deseja que passemos além de nós mesmos, dos sofrimentos e das misérias e isto não se consegue fechando-nos em nós mesmos; às vezes é suficiente abrir a alma ao confessor. As outras pessoas não deveriam nem mesmo perceber o que se passa na nossa alma.
Baseado em uma palestra de D. Alberto Taveira Coréia em Palmas, 06 de junho de 2005
Foram varias postagem falando de temas riquíssimos para a nossa forma de vida tomara que vocês tenham lido e gostado, e que as palavras contidas nessas formações tenha enriquecido a vida e a vocação de vocês!
Postado por Mª Auxiliadora Nicolau da Silva
04 dezembro 2008
Segunda parte do texto a Via Unitiva.
Olá!
Minha gente nesta parte ele fala muito sobre o que somos e o que buscamos! É muito forte quando ele nos fala:
Amar o próximo, procurar essa presença na vida comunitária, viver o momento presente, abraçar e amar a Cruz, eis a estrada mestra para todos os momentos da nossa vida.
Como às vezes é difícil colocar o amor em pratica, principalmente quando temos que assumir não só os nossos erros, mas também o do outro e ser capaz da amar e aceitar como o coração grande sem esperar receber nada em troca. Parece utopia, mas não é. Ele também nos diz que se buscamos na oração na intimidade com Deus conseguiremos ao menos tentar ser referencia de amor para os outros.
Aproveitem essa reflexão tão boa e não se esqueçam de deixar seu comentário, ele o seu comentário nos é muito importante!
Postado por Mª Auxiliadora Nicolau
É preciso manter a união fraterna mesmo quando nos sentimos criticados e julgados, se por acaso alguma coisa que os outros pensarem de nós não for verdade, cairá por si mesmo, justamente porque o amor e a união fraterna tornam vivo e real somente o que se harmoniza com a verdade de Cristo.
Quando alguém não se sentir compreendido pelos irmãos, é a hora em que devemos amar mais o próximo, pois eles vêem o que não vemos. É inútil considerar-se incompreendido, esse tipo de comportamento não dá fruto nenhum. Quem quer chamar a atenção desta maneira não gera nada, os outros nos trazem, através de sua voz, as advertências de Deus. É no amor ao próximo e a todos os irmãos que nos tornamos objetivo e encontramos a nós mesmos e o lugar onde nós devemos estar. De outra maneira, poderemos correr o perigo de nos isolar e criar um mundo no qual encontramos uma unidade com Deus e com um círculo restrito de pessoas, daí você vai querer viver só com aqueles que lhe apóiam e lhe compreendem, fica aquela turminha que só bate palma e você se iludindo.
É preciso estar atento, estas provações poderão sobreviver na alma que já se acha avançada espiritualmente, mas ela pode sucumbir sob a tentação de parar; quanto mais íntima for a comunhão com Deus, maior será a comunhão com o próximo, se tivermos uma união com Deus que nos isole do próximo, de certo, não vivemos uma autêntica vida espiritual. Amar o próximo, procurar essa presença na vida comunitária, viver o momento presente, abraçar e amar a Cruz, eis a estrada mestra para todos os momentos da nossa vida.
Superada esta fase a alma se torna mais delicada, afinada, produz muitos frutos, em torno dela há muito florescimento, às vezes basta uma saudação, uma simples palavra para que os outros sintam a presença do divino no mundo. Lembremos de João Paulo II, quanta provação, quanta dificuldade e mesmo depois de morto ele pregava, todos ficamos pendurados nos acontecimentos dos seus últimos dias; nos últimos tempos ele nem conseguia olhar direito para os outros, e o fato dos jovens irem à praça de são Pedro foi muito significativo, ele transpirava a presença de Deus, bastaria uma saudação para que os outros sentissem a presença de Deus. Não que as provações tenham terminado, porém a pessoa já se esqueceu tanto de si mesma, já foi completamente tomada pela vida de Deus, pelo amor ao próximo, pelo apostolado, as purificações não se devem tanto aos defeitos, mas ao fato de que Deus quer a alma desapegada de tudo que faz.
É a essa altura a pessoa compreende que só Deus vale e o resto não mais importa, não importa se é bem tratada ou não, se está doente ou tem saúde, se pode trabalhar ou não, se as suas obras são bem interpretadas ou não, para ela conta somente o que pertence à glória de Deus, ela ama a Deus e ao próximo precedido daquilo que pode acontecer; só interessa para ela a glória de Deus.
Dado esse passo, após todos os anos de preparação, a pessoa chega à plenitude da vida espiritual, mesmo que nunca seja possível viver o amor puro, esta atitude da alma pode de tornar dominante e preponderante em todas as suas ações, isto também está vinculado ao amor ao próximo, à medida que você progride no contato com Deus, o amor e o interesse pelos problemas da humanidade se ampliam e se universalizam.
Pense numa Madre Teresa de intensíssima união com Deus, as comunidades dela são adoradoras. Uma jornalista perguntou para ela: "a senhora não acha que podia colocar todas suas forças para resolver os problemas do desenvolvimento, mas só fica tratando de gente doente, caída na rua?" Então, ela olhou para ela na maior singeleza e disse: "Se você sabe fazer isso, faça, eu não sei, só sei cuidar de quem está na rua". Chegou um ponto que aquela união com Deus era segura. Ela morreu em 1997 e foram 50 anos de noite escura se sentindo abandonada por Deus, descoberto em seu diário, após sua morte. Às vezes, a gente passa três dias e acha que vai perder tudo.
Quando você está afinado com Deus os problemas da Igreja de tornam seus, você senti as coisas da Igreja, da humanidade, é por isso que a gente vê que os santos se identificavam com os problema da época oferecendo soluções que são espirituais e sociais, a inserção em Cristo sempre mais profunda leva as almas a se sentirem cada vez unidas a toda humanidade. Cristo se torna o Alfa e o Ômega da nossa vida espiritual, é lá que nós queremos chegar, e é bom não perder a referência do ponto de chegada, não importa o passo em que nós estejamos, mas caminhar nesta direção. É claro que o que eu coloquei aqui é muito esquemático, nem sempre é assim, mas penso que é uma ajuda para nós identificarmos essas coisas acontecendo em nossas vidas.
Baseado em uma palestra de D. Alberto Taveira Coréia em Palmas, 06 de junho de 2005.
Como prometido estou postando mais uma parte da interessante palestra do nosso querido Dom Alberto. Nesta parte da formação eu tive que dividir em duas se você é um leitor atento vai perceber que essa é o final da ultima postagem que se tem por A Via Unitiva.
Minha gente nesta parte ele fala muito sobre o que somos e o que buscamos! É muito forte quando ele nos fala:
Amar o próximo, procurar essa presença na vida comunitária, viver o momento presente, abraçar e amar a Cruz, eis a estrada mestra para todos os momentos da nossa vida.
Como às vezes é difícil colocar o amor em pratica, principalmente quando temos que assumir não só os nossos erros, mas também o do outro e ser capaz da amar e aceitar como o coração grande sem esperar receber nada em troca. Parece utopia, mas não é. Ele também nos diz que se buscamos na oração na intimidade com Deus conseguiremos ao menos tentar ser referencia de amor para os outros.
Aproveitem essa reflexão tão boa e não se esqueçam de deixar seu comentário, ele o seu comentário nos é muito importante!
Postado por Mª Auxiliadora Nicolau
A Via Unitiva...Parte 2.
É preciso manter a união fraterna mesmo quando nos sentimos criticados e julgados, se por acaso alguma coisa que os outros pensarem de nós não for verdade, cairá por si mesmo, justamente porque o amor e a união fraterna tornam vivo e real somente o que se harmoniza com a verdade de Cristo.
Quando alguém não se sentir compreendido pelos irmãos, é a hora em que devemos amar mais o próximo, pois eles vêem o que não vemos. É inútil considerar-se incompreendido, esse tipo de comportamento não dá fruto nenhum. Quem quer chamar a atenção desta maneira não gera nada, os outros nos trazem, através de sua voz, as advertências de Deus. É no amor ao próximo e a todos os irmãos que nos tornamos objetivo e encontramos a nós mesmos e o lugar onde nós devemos estar. De outra maneira, poderemos correr o perigo de nos isolar e criar um mundo no qual encontramos uma unidade com Deus e com um círculo restrito de pessoas, daí você vai querer viver só com aqueles que lhe apóiam e lhe compreendem, fica aquela turminha que só bate palma e você se iludindo.
É preciso estar atento, estas provações poderão sobreviver na alma que já se acha avançada espiritualmente, mas ela pode sucumbir sob a tentação de parar; quanto mais íntima for a comunhão com Deus, maior será a comunhão com o próximo, se tivermos uma união com Deus que nos isole do próximo, de certo, não vivemos uma autêntica vida espiritual. Amar o próximo, procurar essa presença na vida comunitária, viver o momento presente, abraçar e amar a Cruz, eis a estrada mestra para todos os momentos da nossa vida.
Superada esta fase a alma se torna mais delicada, afinada, produz muitos frutos, em torno dela há muito florescimento, às vezes basta uma saudação, uma simples palavra para que os outros sintam a presença do divino no mundo. Lembremos de João Paulo II, quanta provação, quanta dificuldade e mesmo depois de morto ele pregava, todos ficamos pendurados nos acontecimentos dos seus últimos dias; nos últimos tempos ele nem conseguia olhar direito para os outros, e o fato dos jovens irem à praça de são Pedro foi muito significativo, ele transpirava a presença de Deus, bastaria uma saudação para que os outros sentissem a presença de Deus. Não que as provações tenham terminado, porém a pessoa já se esqueceu tanto de si mesma, já foi completamente tomada pela vida de Deus, pelo amor ao próximo, pelo apostolado, as purificações não se devem tanto aos defeitos, mas ao fato de que Deus quer a alma desapegada de tudo que faz.
É a essa altura a pessoa compreende que só Deus vale e o resto não mais importa, não importa se é bem tratada ou não, se está doente ou tem saúde, se pode trabalhar ou não, se as suas obras são bem interpretadas ou não, para ela conta somente o que pertence à glória de Deus, ela ama a Deus e ao próximo precedido daquilo que pode acontecer; só interessa para ela a glória de Deus.
Dado esse passo, após todos os anos de preparação, a pessoa chega à plenitude da vida espiritual, mesmo que nunca seja possível viver o amor puro, esta atitude da alma pode de tornar dominante e preponderante em todas as suas ações, isto também está vinculado ao amor ao próximo, à medida que você progride no contato com Deus, o amor e o interesse pelos problemas da humanidade se ampliam e se universalizam.
Pense numa Madre Teresa de intensíssima união com Deus, as comunidades dela são adoradoras. Uma jornalista perguntou para ela: "a senhora não acha que podia colocar todas suas forças para resolver os problemas do desenvolvimento, mas só fica tratando de gente doente, caída na rua?" Então, ela olhou para ela na maior singeleza e disse: "Se você sabe fazer isso, faça, eu não sei, só sei cuidar de quem está na rua". Chegou um ponto que aquela união com Deus era segura. Ela morreu em 1997 e foram 50 anos de noite escura se sentindo abandonada por Deus, descoberto em seu diário, após sua morte. Às vezes, a gente passa três dias e acha que vai perder tudo.
Quando você está afinado com Deus os problemas da Igreja de tornam seus, você senti as coisas da Igreja, da humanidade, é por isso que a gente vê que os santos se identificavam com os problema da época oferecendo soluções que são espirituais e sociais, a inserção em Cristo sempre mais profunda leva as almas a se sentirem cada vez unidas a toda humanidade. Cristo se torna o Alfa e o Ômega da nossa vida espiritual, é lá que nós queremos chegar, e é bom não perder a referência do ponto de chegada, não importa o passo em que nós estejamos, mas caminhar nesta direção. É claro que o que eu coloquei aqui é muito esquemático, nem sempre é assim, mas penso que é uma ajuda para nós identificarmos essas coisas acontecendo em nossas vidas.
Baseado em uma palestra de D. Alberto Taveira Coréia em Palmas, 06 de junho de 2005.
02 dezembro 2008
Advento - Tempo de esperar com esperança
ADVENTO - Maria esperou tanto o nascimento do seu filho, o filho de Deus, o Salvador.
Deus esperou tanto pelo encontro pleno com a humanidade, sua criação, através de Jesus, seu filho enviado. Advento é tempo de espera e de preparo . Advento é o tempo de quatro semanas que antecede o natal.
Tempo no qual nós nos preparamos espiritualmente para rememorar e celebrar a vinda do menino Jesus, a vinda de Deus criança, de Deus humilde, Deus humano.
É o tempo reservado em nossa vida para parar e refletir, meditar, cantar e recontar a história do nascimento do menino Jesus. É um tempo especial para pensar sobre o sentido da nossa vida, da nossa fé, da nossa esperança. Neste tempo esperamos renovação na nossa vida pessoal, familiar, social, econômica... porque acreditamos no poder e na promessa de Deus quando enviou seu filho ao mundo.
Deus se humanizou, se tornou criança pequena, humilde, para aproximar-se de maneira mais sublime de suas criaturas; se tornou criança para encontrar acolhida em meio ao seu povo.
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27 novembro 2008
2ª parte da palestra de Dom Alberto Taveira
"Na diversidade das cores há unidade!"
Oi!Como prometi, segue a segunda parte da rica formação de Dom Alberto Taveira.
Nesta parte ele vem nos falar da unidade, dos desafios, e do conhecimento que vamos tendo ao longo da nossa caminhada, o importante é o autoconhecimento que vamos tendo enquanto caminhamos, como nos descobrimos, sabe o que é interessante é como o outro nos ajuda a perceber o que somos e o que fazemos.
Possamos nos deixar amar e conhecer deixe cair as nossas barreiras, e sem medo possamos seguir em frente com o coração alegre e segurando na mão do irmão que Deus sempre coloca no nosso lado.
Aproveitem essa parte ela é bem legal principalmente para nós que buscamos viver um amor real traduzido em atos e também nos auto-conhecer.
Não se esqueçam de deixar seus comentários!
Por Mª Auxiliadora.
A Via Unitiva
Uma vez que Deus obteve o que desejava começou o namoro, têm as brigas, mas depois se entendem. Quando a alma era mais grosseira, e agora se torna mais sensível ao sobrenatural, Deus tira as provações e a alma entra em um novo estado e pergunta a si mesma: "porque eu tive aquele problema antes?" Nem mesmo sabe quando eles desapareceram. Nesse momento, voltamos a nos doar muito a Deus com atividades incessantes. As pessoas em torno se convertem, inteiras comunidades cristãs se convertem, são muitos frutos para a glória de Deus. Mas se alma cresce por outro lado apareceram muitas evidências, muitos defeitos ocultos que podem constituir um empecilho para sua união com Deus e para seu amor ao próximo. Por isso, essa planta que é a alma, logo que começa a produzir frutos é podada pelo agricultor que é Jesus.
Quando a gente passa pela dificuldade, então entendemos o quanto Deus trabalha conosco. É que Deus não é o único movente da nossa vida, todas as nossas forças eram doadas, a gente não pode fazer mais do que faz, mas o que acontece e que há muito dentro de nós que é humano, aí surgem algumas provações típicas deste período, por exemplo: uma prova que faz sofrer muito, as incompreensões das pessoas com que se trabalha. Como é possível?... Nós nos lançamos tanto e essas pessoas que foram tão ajudadas, vêm nos criticar...
A não compreensão da situação pode provocar uma reação de aspereza. Quando somos atingidos pelo julgamento ao invés de reconhecermos que no que fazíamos havia uma mistura de amor e egoísmo, nós corremos o risco de revidar as críticas; é a tentação de nos fecharmos em nós mesmos, de não mais aceitarmos este ambiente e querer se retirar, isto poderia frear nossa caminhada espiritual, mas Deus permite tudo isso para nosso bem. Outra provação vem das vezes que nos doamos muito, mas não vemos os frutos, porque na realidade a nossa linguagem é pouca imbuída de Deus toca só na superfície, não em profundidade, ou pelo menos, pode parecer assim. Pode haver o perigo do desânimo e aí você põe a culpa em inúmeras circunstâncias externas.
Outra prova é a impressão de que os superiores não compreendem toda sua boa vontade, também essa dor nasce dessa parte de amor próprio ainda vinculado ao que de bom se está realmente fazendo, a alma realmente se doou, Deus, no entanto, deseja elevá-la a um plano superior, trata-se de ir além do ativismo e descobrir que existe um mundo diferente além de tudo isso. É preciso saber colher essas graças de Deus que são realmente grandes, caso contrário, poderemos permanecer parados durante anos. Geralmente, as provações vêm de numa pessoa que já trabalhou a serviço de Deus, não de uma pessoa que não fez nada, pois de quem não fez nada, Deus não pode pedir nada, Ele pede de quem fez.
Se superar essas dificuldades começaremos a perceber que Deus nos chama para uma maior união com Ele, compreendemos que as críticas que nós recebíamos não são de todo infundadas, elas vêm purificar o que havia de humano no nosso apostolado.
Também neste caso a purificação necessária acontece com a unidade e o amor aos irmãos. No primeiro tempo, no amor aos irmãos encontramos mortificações, depois esse amor nos permite superar as primeiras provações, por fim, as verdades ditas por esses irmãos eliminam os defeitos que não percebemos e nem imaginamos ter. Isso é muito importante, especialmente para uma pessoa muito fértil de idéias, iniciativas e inclinada a fazer muitas coisas. Ela deve ouvir o próximo, trocar as próprias idéias, fazer uma boa purificação da mente, da vontade e do coração. O amor ao próximo é mais uma vez, o melhor caminho para purificar-nos, sozinho não conseguiremos, se compreendermos que no irmão que nos diz a verdade com relação aos nossos defeitos, está Jesus que nos purifica, se reconhecermos como certo o que Ele nos diz, ainda que seja muito doloroso, acontecerá que a verdade nos libertará e os próprios defeitos desaparecerão.
Baseado em uma palestra dada por Dom Alberto Taveira.
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